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As imagens digitais na era da transformação digital

Qual é a diferença entre uma imagem digital de Raios X e uma cópia digital do RG do paciente? Para o atendimento completo do paciente, as duas são importantes. Todas as imagens digitais devem ser contempladas em um sistema de armazenamento, e as imagens diagnósticas se tornam somente um grupo de imagens entre muitos. Assim, fica cada vez mais claro que as imagens do mundo Não DICOM precisam ser tratadas também. De uma imagem de uma consulta dermatológica ou oftalmológica, de fotos de endoscopia, colonoscopia até imagens dos pedidos médicos, tudo deve ser armazenado no mesmo lugar. E nada mais lógico do que estender as soluções de PACS, que provaram com sucesso a robustez em armazenamento e gerenciamento de imagens.

O primeiro efeito desta transição é que as imagens não são mais de um único tipo de armazenamento e de um único fornecedor, por isso o nome VNA, Vendor Neutral Archiving, nasceu. O VNA tem que se comunicar com todos os sistemas que tratam imagens e precisa ter uma arquitetura aberta independente do fornecedor.

O segundo efeito é que as imagens são de vários formatos e o VNA tem que entender todas. Falamos de protocolos como XDS, DICOM, HL7 ou simplesmente arquivos em WORD ou PDF em pastas de computadores.

O terceiro efeito é que os usuários vão visualizar e compartilhar os objetos armazenados diretamente no VNA através de visualizadores universais fáceis de instalar e seguros.

Tem muitos outros pré-requisitos para um verdadeiro VNA e estamos listando os cinco mais importantes:

  1. CLOUD
    Para garantir a escalabilidade do VNA, a conectividade com provedores de armazenamento e processamento em nuvem como a Amazon, a Microsoft ou a Google é a solução mais dinâmica.
  2. MPI
    Para garantir a integridade dos objetos, um Master Patient Index precisa juntar as identificações dos pacientes dos diversos subsistemas.
  3. LCM
    Um Life Cycle Management precisa controlar o tempo que os objetos devem permanecer no VNA. Esta tarefa não é simples, uma vez que ela depende de legislações e definições de cada instituição.
  4. Migração

Um VNA normalmente não começa do “zero”, sempre existe a necessidade de migrar dados de sistemas legados. Uma migração bem-sucedida define a usabilidade do VNA no futuro.

  1. Workflow
    O VNA deve se integrar com o fluxo de trabalho dos diversos setores que usam imagens. As imagens corretas no momento certo fazem a diferença na produtividade de uma instituição de saúde.

Com um VNA, o profissional de saúde tem uma ferramenta para visualizar todas as imagens que se referem ao seu paciente em um só lugar no momento certo.

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